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Vita Dominae (Album - Self Release - 09/2009)

**Portuguese Language Only!!**

 

  1. Nova Terra
  2. Vita Dominae
  3. Quem Mais
  4. Noite Fria
  5. Quem Me Faz Voar
  6. No Teu Olhar
  7. Uma Razão Para Amar
  8. Carpe Diem
  9. Sonho Cruel
  10. Ate Ao Fim
  11. Opus Vincit Omnia
  12. Sonho Cruel (Acústico)

 

Released

-

09-2009

Recording Studio

-

Light Magic Studios

Produced

-

Ace / Roxy

Mastering

-

Steve Kitch at Audiomaster

Cover

-

"Storm Goddess" with band logos

Artwork

-

Reserved rights & Copyright: Roxy

Inlay

-

"The Storm of the goddess" by Roxy

Graphical Layout

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Roxy

Total Time

-

~ 50 Min

Double Fuzz Grey 

History

"Vita Dominae" was born in a struggling time to put out the best songs composed by the band during 2008-2009, and make it an important part of our lives, giving birth to a "real" work (and the origin of it´s name). It begun, in the first place, as a fusion of our first demo "A Final Blessing" with songs previously written during rehearsals and auditions. Quickly was realized that will not be just another demo, since every song was a nice work of rock metal art. this album is the sign of conquer and space gained for Love After, it shows a band equal to no one else, hence, original, and puts future works at high stakes. Against the work that usually, and for obvious reasons, new bands show to public, "Vita Dominae" is superb in every aspect, including quality and technical work, capable of playing side-by-side with albums from bands with lots more experience.

 

Recording - Band & Guests
 

Roxy

-

Vocals

Ace

-

Guitars & Keyboards

Dany

-

Guitars

Wolf

-

Drums

 

Song Details
 

Song

 

Music

 

Lyrics

Time

         

Nova Terra

 

Ace

 

-

 

Vita Dominae

 

Ace

 

Ace

 

Quem Mais

 

Ace

 

Ace

 

Noite Fria

 

Roxy

 

Roxy

 

Quem Me Faz Voar

 

Ace

 

Ace

 

No Teu Olhar

 

Ace

 

Ace

 

Uma Razão Para Amar

 

Ace

 

Ace

 

Carpe Diem   Ace   -  
Sonho Cruel

 

Roxy

 

Roxy

 

Ate Ao Fim

 

Roxy

 

Roxy

 

Opus Vincit Omnia

 

Ace

 

Ace

 

Sonho Cruel (Acústico)

 

Roxy

 

Roxy

 

 

Lyrics

 

Nova Terra (Instrumental)

 

Vita Dominae

Vejo o nascer do sol Que assim passa pelo mar
Deixo para traz o vale Onde estava sem mudar

A terra estremeceu E ninguém se atreveu
Não houve homem de sonho Que lutasse p’lo que é seu

Preparo para tornar Este solo o meu lugar
Acordar igual aqueles Que nasceram p’ra ficar

Avanço já sem dor Mil estrelas em redor
Que alimentam esta alma Como um fogo desse amor

Agora vou mudar
Viver a fundo
Sem ficar a ver a luz passar
Sem nada para me dar

Sem medo e sem pudor
Eu subo ao alto do que for
Desse deserto que me deste sem amor

Navego nesse rio Guerreiro sem pavio
Que segue ate ao alto de um mundo que hoje decidiu

Do céu desço depois Para sempre só nos dois
Perdidos na distancia O mundo fica para depois

Quem Mais

Quem mais espera por saber A verdade de querer
De olhar de querer voltar, Correr ate mudar
Quem mais vive no momento Toda essa ilusão
E debate loucamente A imensa solidão
 
Quem mais há-de descobrir Ate onde posso ir
Quem mais ira desvendar O tom do teu olhar
Mais distante já não sei Todo esse pormenor
Ao alcance agora vem Um mundo tão melhor
 
O pior é o ideal, O frio, o irreal
De onde saio pra não ver Tão negro que é o mal
Hoje vivo na esperança Que alguém voltará
A este mundo já tão só, Perdido e sem lugar
 
Quem mais ira encontrar O sonho sem amar
Sem falar sem tentar mudar Para sempre este lugar
Quem mais ira encobrir A verdade de existir
Já me custa ate ouvir O silencio de dormir
Por palavras visto a pele De quem vou assumir
Essa sombra que me diz Até onde posso ir

Noite Fria

Já longa essa noite vai
O olhar na chuva que cai
Roupas e sonhos traídos largados pelo chão
 
Só uma sombra vazia
Nessa parede fria
De um corpo que arde no silencio finda a ilusão
 
As horas passam, punhais
Rasgam a paz, triunfais
Levam pra longe a luz trazendo vãs recordações
 
Desejo outrora perfeito
Engano agora desfeito
Pelo vento arrastado entre tantas desilusões
 
Procuraste a liberdade
Encontraste a escuridão
Abraça esse vazio que invocaste, a solidão
Nas mãos a crua verdade
Que há no teu coração
Alto é o preço a pagar pelo vazio que invocaste...
A solidão
 
Nunca o rio virá do mar
Ou a voz do vento brilhar
Nunca o sol virá iluminar a noite escura
 
Nunca as trevas vão fugir
Ou a luz deixar de existir
Nem uma lágrima brotar da pedra dura
 
Gotas de chuva banais
Amargas, frias, reais
Afagam as palavras que ficaram por dizer
 
Contraditório desejo
O fogo ardente de um beijo
Perdido entre as quimeras que esse céu
Nunca vai ter

Quem Me Faz Voar

Desperto aqui o lado de mim
Que não esquece esta dor
Que nasceu do teu mal

Caminho assim um sonho vazio
Que se esvai como o sol
Que se pôs sem saber

Quem brilha no ar E me faz sonhar
Depois de partir Eu volto a sorrir

Agora sei quem eu sou O que vi e o que eu nunca esqueci
Por amar esse longo olhar
No silencio acordo a sentir Que ninguém vai existir
Para mim

Agora sei quem eu sou O que fiz e o que eu nunca senti
Por amar esse longo olhar
No silêncio acordo a sentir Que não volto a sorrir
Não, sem ti

Avanço no ar de novo este mar
Que termina p’ra lá
Do eterno viver

Procuro o olhar
Eu quero voltar ao momento em que disse
“Sê bem vindo” outra vez

Agarro assim Um sinal de ti
Que me fez sorrir Que me faz cair

No Teu Olhar

Adoro o teu mundo Triplico o segundo
Que teimo encontrar Sem ti nesse lugar

Só nessa alma Eu sinto a razão
Da verdade ouvir Recordar e partir

Só me quero encontrar
Dentro do teu olhar

Desta vida vou sair Vou olhar ate sentir
Essa doce ilusão Do real sem a razão

Levo a vida a decidir De quem gostar, a quem sorrir
Dentro de uma ilusão Tão real como a paixão


Busco na margem Em campo selvagem
Um sinal de ti Que ousei ter em mim

Muito a saber Sem marcar o querer
Esse ritmo que ouvi Hoje brilha sem fim

Uma Razão Para Amar

Canto, quando estou só A dor que tenho em mim
Grito, mesmo sem voz A luz que vi em ti

Agora estou só Não sei sorrir
A luz eu vi partir Eco de uma voz
Recordo aqui Nesta dor sem ter fim

Sinto, quando estou só Um mundo sem amar
Louca, essa razão Que vejo sem parar

Assim vivo só Nunca sorrir
A luz eu vi partir Canto numa voz
Que tenho em mim Esta dor sem ver fim

Não sei quem sou
Nesse mundo tão distante
Eu afasto esse amor

Não sei quem sou
Levo a vida tão errante
Que abandono essa dor

(2ªx)- Que me perco nessa dor

Carpe Diem (Instrumental)

Sonho Cruel

Acesa luta pra sobreviver
A esse Inverno de noite sem fim
Incessante prece aos Guardiões do Tempo
Pra te arrancar de dentro de mim

Um grito sem eco no vale das sombras
Mil Destinos levaram a razão de viver
Voando mais alto do que este silêncio
Que repete o teu nome e não te quer perder

Sonho cruel,
Louco, infiel
Que me faz querer
Ter-te pra mim outra vez
Sonho vencido,
Assombrado, perdido
Mostra-me a ilusão
Do que não pode viver

Desejo imortal que os meus sonhos invade
Vejo-te em cada passo que dou
Queimando nessa fogueira de gelo
Tento esquecer o que não sou

E por entre a névoa em vão ainda travo
Essa injusta batalha que teimas em vencer
Doce pecado, mortal, intocado
Que só sabe o teu nome e não te quer esquecer

Sonho cruel,
Louco, infiel
Que me faz querer
Ter-te pra mim outra vez
Sonho vencido,
Assombrado, perdido
Mostra-me a ilusão...

Do que não pode viver…

Ate ao Fim

Ecos gritam Num olhar
Negra a lua, vazio o mar

 Luz e trevas Dentro de nós
Uma só lágrima, uma só voz
 
Desespero Tempestade
Injusta luta pela liberdade
 
E já sem armas P’ra combater
Esperança vã que teima em viver
 
Ventos do norte
Deuses de gelo, caminho a sorte
Sem ter lugar
Sem o poder do teu olhar

Amena dor
Que apaga o Mundo em redor
Vem para mim
Quero levar-te até ao fim

 
A eternidade Num breve instante
Sem ar, sem chão, destino errante

 Fecho os meus olhos E vejo os teus
Meu doce sonho, amargo adeus
 
Estranhas sombras A sussurrar
Roubam a luz, cortam o ar
 
Anseio a paz Do adormecer
E que em meus sonhos te possa ver

Opus Vincit Omnia

Parte I – Descoberta

Num desejo já desfeito Onde sonhei ter-te por perto
Da ruína que se aproxima Nesta estrada, nesta vida

Fiquei só nas mãos da dor Gelo é o que era ardor
Ao final eu não pensei O meu sonho não salvei

Não, esperes por mim
Não, não queiras sentir
Não, não sei sorrir
Sou uma sombra sem ti

Parte II – Harmonia

Do real já tão só Sem esperança e sem voz
Destronada sem olhar Só o ódio vai mudar

Negra noite não quero ver Ainda sonho já sem querer
Solidão num fio de prata Tão distante o tempo passa

Não, esperes por mim
Não, não queiras sentir
Não, não sei sorrir
Sou uma sombra sem ti

Parte III – Ascendência

Dentro de mim já não sei Descer das trevas quem serei
Só vejo que estou perdida Do outro lado da vida

Não, esperes por mim
Não, não queiras sentir
Não, não sei sorrir
Sou uma sombra sem ti

 
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